Amor não é se envolver com a pessoa perfeita, aquela dos nossos sonhos. Não existem príncipes nem princesas. Encare a outra pessoa de forma sincera e real, exaltando suas qualidades, mas sabendo também de seus defeitos. O amor só é lindo, quando encontramos alguém que nos transforme no melhor que podemos ser.
quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011
quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011
"Apesar 'da' ou 'de a' maioria ser contra?"
Dias desses recebi um e-mail de uma jornalista (cujo nome omito, por não ter recebido autorização para divulgá-lo) com uma dúvida interessante. Eis sua pergunta:
"Em primeiro lugar gostaria de parabenizá-lo pelo alto grau de conhecimento e domínio dessa língua maravilhosa, a nossa Língua Portuguesa.
Sou jornalista e achei que sabia um pouco de português, mas depois de ler algumas das suas explicações fiquei pasma com minha ignorância em certos assuntos. Bom, a minha dúvida é com relação às seguintes expressões:
a partir de, através de, apesar de.
Sei que existe um regra que impede de juntar essa preposição de com o artigo, por exemplo: apesar da, a partir do e através dessa...
Como funciona isso, quando não se pode usar, quais as expressões e por quê?"
Agora, eis minha resposta:
Não existe regra que impeça juntar a preposição de com os artigos; aliás é mais freqüente a contração das preposições de, em e por com os artigo o, a, os, as: do, da, dos, das, no, na, nos, nas, pelo, pela, pelos, pelas do que a combinação dos elementos separadamente. Veja alguns exemplos:
- Acredito nas suas palavras
- Rezo pela recuperação dele
- Apesar da crise, cresceremos nos próximos anos
- A partir da próxima segunda-feira, atenderemos somente no período da manhã
- A luz solar passa através das janelas
- Está na hora do recreio
Em nenhum dos exemplos citados, a preposição e o artigo poderiam ficar separados.
A contração da preposição com o artigo passa a ser equivocada se o elemento posterior à preposição funcionar como sujeito de um verbo. Se o elemento posterior à preposição funcionar como sujeito, o artigo deverá ficar isolado. Por exemplo:
Apesar de a crise ainda existir, cresceremos nos próximos anos.
(Perceba que o substantivo crise funciona como sujeito do verbo existir, já que Que é que existe?: Resposta: a crise. A preposição de e o artigo a devem, portanto, ficar separados - de a - e não juntos. Seria inadequado, portanto, escrever Apesar da crise ainda existir... )
Está na hora de os alunos descansarem. (o substantivo alunos funciona como sujeito do verbo descansar, já que Quem é que descansará?: Resposta: os alunos. A preposição de e o artigo os devem, portanto, ficar separados: - de os - e não juntos. Seria inadequado, portanto, escrever Está na hora dos alunos descansarem... .
O mesmo acontecerá com os pronomes ele(s), ela(s), este(s), esta(s), isto, esse(s), essa(s), isso, aquele(s), aquela(s), aquilo. Por exemplo:
- Apesar de isso ainda existir, cresceremos nos próximos anos. (Que é que existe? Resposta: isso)
- Está na hora de eles descansarem. (Quem é que descansará? Resposta: eles).
No momento de aquelas leis serem respeitadas, todos se omitem.
(Que é que será respeitado? Resposta: aquelas leis)
Mais um detalhe: a locução a partir de... não recebe o acento indicador de crase, já que este acento só deve ser usado diante de palavras femininas. O adequado, portanto, é sempre a partir de.
Claro está que apresento tudo isso segundo as normas cultas de nossa língua. No dia-a-dia não nos preocupamos com as regras gramaticais e nos comunicamos com a contração sempre. Não quero dizer que os brasileiros que assim o fazem estejam errados. Quero apenas registrar a norma culta, a forma adequada, para os interessados em escrever e falar melhor a nossa língua.
Como fica, então, a frase apresentada no início da coluna, segundo a norma culta? Analisemo-la:
O verbo ser exige como sujeito a expressão a maioria da população, já que Quem é contra? Resposta: a maioria da população. A preposição e o artigo devem, então, ficar separados.
A locução a partir de não pode receber o acento indicador de crase.
A frase, portanto, deverá ser assim estruturada por quem quiser falar e escrever adequadamente, segundo a norma padrão:
Apesar de a maioria da população ser contra, a partir deste ano os impostos serão maiores.
Os significados de uma ofensa
Um ex-aluno disse-me ter lido uma explicação sobre a palavra ofensa, que atenuava o significado dela. Pediu-me que lhe explicasse se isso é possível. Uso este espaço para lhe dar a resposta:
Caro ex-aluno, o substantivo ofensa tem vários significados. Quase todos parecidos uns com os outros. Há, porém, alguns que nos levam a sentidos completamente diversos. Vejamos:
O primeiro significado da palavra apresentada é injúria, que é o ato de injuriar. Injuriar, por sua vez, significa ofender por ação ou dito infamante, adjetivo que nos remete à acepção de dar má fama a alguém. Ou seja, haverá a injúria quando o sujeito da ação tiver a intenção de tornar público algo - inverídico - que não seja conhecido por todos.
Por exemplo, se chamarmos de corrupto um cidadão honesto, haverá a injúria. Essa é a acepção de ofensa que usamos costumeiramente em nosso país e que pode, inclusive, ser objeto de processo jurídico (advogados e estudantes de direito, não sei se esses são os termos adequados para isso - só me quis fazer entender).
Outro significado de ofensa, porém, é afronta, que nos remete ao sentido de afrontar, confrontar, enfrentar. Muitas vezes, quando há o confronto, quando há o enfrentamento, palavras pesadas são usadas.
Estas, no entanto, podem ser um rechaço, ou seja, a tentativa de o sujeito fazer seu oponente retroceder, opondo resistência a ele por meio de palavras supostamente ofensivas, uma vez que tenha sido vexado por ele. Seria uma espécie de autodefesa, a fim de levar seu adversário ao esgotamento. Este é o significado tênue de ofensa.
Por exemplo, se chamarmos de ignorante, em um confrontamento, um cidadão comprovadamente falto de inteligência, haverá a afronta, mas não haverá a injúria. São duas acepções bem diferentes.
O cidadão ofendido, nesse segundo caso, não pode se sentir injustiçado, posto que o que foi dito está conforme a realidade. Ele deve, sim, procurar saber qual a intenção da pessoa que supostamente o ofendeu e também analisar o que praticou antes de ser ofendido.
Aí está a explicação. Espero que tenha sido clara.
A frase apresentada, portanto, está inadequada. Corrigindo-a:
Muçarela, mozarela ou mussarela?
Muçarela, ou mozarela, provém do italiano mozzarella, diminutivo de mozza, cujo significado é leite de búfala ou de vaca talhado com uma espécie de fungo chamado mozze.
Muito bem. Então, do italiano mozzarella, com dois zês, surgiu, no nosso idioma, a palavra mozarela, com um zê só, já que na nossa língua, não há a duplicação de consoantes, salvo raras exceções.
Há uma convenção ortográfica na Língua Portuguesa que transforma o z em c ou em ç: feliz - felicidade; capaz - capacidade.
Da palavra mozarela surgiu a variante muçarela, com cedilha, em virtude dessa convenção.
Talvez, como a palavra italiana tem dois zês, nós, brasileiros, tenhamos simplesmente os trocado inadvertidamente por dois esses. É, porém, inadequado ao padrão culto da língua escrever mussarela.
O adequado é escrever MUÇARELA ou MOZARELA.
segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011
Desafio!!!!!!!!!!
Aí vai um desafio para quem quiser testar seus conhecimentos de Língua Portuguesa.
Na frase abaixo deverá ser colocado 1 ponto e 2 vírgulas para que a frase tenha sentido.
PENSE antes de ver a resposta que está no final da página.
MARIA TOMA BANHO PORQUE SUA MÃE DISSE ELA PEGUE A TOALHA.
RESPOSTA:
Maria toma banho porque sua. Mãe, disse ela, pegue a toalha.
A “pegadinha” está no fato do uso do verbo suar, confundindo com o pronome possessivo (sua) .
Custou para mim ou para eu acreditar?
Apesar de o Word corrigir a frase "Custou para mim acreditar nela" para "Custou para eu acreditar nela", o uso de mim está adequado ao padrão culto da língua. O pronome eu exerce a função sintática de sujeito. Para se descobrir qual o sujeito de um verbo, basta ao aluno perguntar a ele: "Que(m) é que .......?" Por exemplo:
- Eu fiz o trabalho ontem.
Pergunta: Quem é que fez o trabalho ontem?
Resposta: eu = sujeito do verbo fazer.
Façamos o mesmo exemplo com a frase apresentada:
- Basta para mim ter Teté ao meu lado.
Há dois verbos: bastar e ter. Analisemos o verbo bastar:
Pergunta: Que é que basta?
Resposta: ter Teté ao meu lado = sujeito do verbo bastar.
Observe que o sujeito do verbo bastar é uma oração, pois onde houver verbo haverá uma oração. O sujeito representado por uma oração se chama oração subordinada substantiva subjetiva (OSSS).
Num período, há a chamada ordem direta, que é a colocação do sujeito no início da oração, com o verbo logo após ele. Se a frase apresentada for escrita em ordem direta, ou seja, se a oração subordinada substantiva subjetiva iniciar o período, haverá a seguinte frase: "Ter Teté ao meu lado basta para mim". Percebeu como o adequado é usar mim mesmo?
- Para mim basta ter Teté ao meu lado.
- Ter Teté ao meu lado basta para mim.
- Para mim, ter Teté ao meu lado basta. [a vírgula é optativa]
- Basta para mim ter Teté ao meu lado.
Sempre que houver bastar, custar, faltar ou restar e, no mesmo período, houver outro verbo no infinitivo, este não poderá ser flexionado, ou seja, sempre ficará invariável. Veja alguns exemplos:
- Basta para os alunos estudar todos os dias.
- Basta para eles estudar todos os dias.
- Basta para nós estudar todos os dias.
Isso ocorre porque os alunos, eles e nós não exercem a função de sujeito de estudar, e sim a de complemento do verbo bastar (objeto indireto).
A frase apresentada, portanto, deve ser assim corrigida:
A travesti ou o travesti?
A travesti gravou com o celular imagens de Ronaldo.
Todo o mundo já ouviu falar do imbróglio em que se envolveu o "Fenômeno". Isso suscitou uma dúvida aos falantes da língua portuguesa: o certo é o travesti ou a travesti? Alguns veículos de informação optam pelo uso do substantivo masculino; outros, pelo uso do feminino. O que diz a gramática? Vejamos a resposta:
Segundo os dicionários Aurélio e Houaiss, travesti é um substantivo de dois gêneros, ou seja, existem as duas opções: o travesti e a travesti.
Isso não quer dizer, porém, que se possam usar as duas para um mesmo ser. Substantivo de dois gêneros é aquele que tem uma só forma para os dois gêneros (masculino e feminino), e em que o determinante (artigo, adjetivo, numeral etc) da palavra denota o sexo do ser a que se refere.
É um substantivo a ser usado, portanto, para homens ou para mulheres: se o ser for homem, usa-se o gênero masculino (o, um); se for mulher, o feminino (a, uma).
Embora as pessoas com quem Ronaldo se envolveu apresentassem nomes e roupas femininos, elas (as pessoas) eram homens; seus nomes femininos eram falsos. A Andrea é o André. Trata-se, portanto, do sexo masculino. O substantivo a ser usado, então, tem de ser do gênero masculino: o travesti.
Segundo os dicionários, o substantivo de dois gêneros "travesti" tem dois significados:
1- Indivíduo que, geralmente em espetáculos teatrais, se traja com roupas do sexo oposto;
2- Homossexual que se veste e que se conduz como se fosse do sexo oposto.
A frase apresentada, portanto, deve ser assim reescrita:
O travesti gravou com o celular imagens de Ronaldo.
Quando se usa, então, a travesti?
1 - Quando uma mulher se trajar com roupas de homem em um espetáculo teatral;
2 - Quando uma mulher homossexual, além de se vestir como homem, conduzir-se como tal.
Como uma vírgula acabou com um namoro no dia dos namorados
Conta-se que, em Palmeirinha do Vale, cidade de dezessete mil viventes, que se situa perto de Santana do Arrebol do Oeste, havia uma professora de português, extremamente rígida, de nome Austeresa de Jesus. Ela era de tal modo rigorosa para com os alunos que estes temiam encontrá-la mesmo no dia a dia, na praça central, na mercearia, na farmácia.
Dizem que ela interpelava seus pequenos educandos, estivessem onde estivessem, sobre as mais variadas regras gramaticais. Ai de quem não soubesse a resposta: ela sacava seu caderninho rosa, anotava o nome da vítima, a pergunta que lhe fizera, a resposta dada --ou a falta dela-- e o quanto valia relativamente à nota escolar.
Dependendo do grau de dificuldade da pergunta, ela diminuía 0,1, 0,2 ou 0,5 da nota que o aluno tirasse na prova seguinte. Era um suplício para as pobres crianças palmeirinhenses.
Quando Austeresa era jovem, enamorou-se de um belo rapaz, também professor de português, de nome Telos Alonso. Ele, porém, não tinha a mesma capacidade intelectiva dela nem a mesma habilidade em sala de aula nem a mesma rigidez. Era um moleirão a bem dizer, que nem gostava muito de estudos aprofundados. As maldizentes até comentavam que ele não era homem para uma mulher como Austezinha, como a chamavam carinhosamente.
O namoro entre eles durou exatamente onze meses e vinte e sete dias. O estopim para o término do relacionamento foi um cartão que ele lhe mandara no dia dos namorados em que escrevera "Para a minha namorada Austereza de Jesus". Ao ler esses dizeres, quase teve uma síncope; chegou a perder o juízo. Pegou de uma caneta e imediatamente escreveu-lhe uma pequena carta, em que dizia:
"Telos Alonso, é de conhecimento geral em Palmeirinha que tolero os maiores sofrimentos, que suporto as maiores provações. É, no entanto, também comentário corrente que há duas situações que jamais enfrentarei: traição e erro gramatical. E você, meu ex-amado, acabou de cometer ambos: você, professor de português, sabe muito bem que os nomes próprios femininos formados pela posposição do sufixo -esa ao radical se escrevem com S, não com Z.
Como meu namorado há quase um ano ainda erra meu nome, trocando letras? Não me importo tanto pelo erro de meu nome, mas importo-me --e muito-- com o trocar letras. Poderia ter-me chamado de Austerise; não me atenazaria tanto, pois teria usado as letras adequadas: nomes femininos terminados em -ise se escrevem com S, como Denise e Anelise; mas ignorar que se escrevem com -ês e -esa nomes de pessoas, como Inês, Teresa e o meu, logicamente, Austeresa, adjetivos pátrios, como português e portuguesa, e títulos sociais ou nobiliárquicos, como camponês e camponesa, marquês e marquesa e ainda princesa, a maneira como me tratava, é demais para mim.
Fico agora a pensar: cada vez que me chamava de princesa, sua mente produzia princeza? Não. É demais para mim. Não suporto tal provação. E a traição? Como a descobri? Você mesmo se delatou: '...minha namorada Austereza'. Assim escreveu você; sem vírgula. Assim escolheu me mostrar que tem outra namorada. Não teve coragem de me contar pessoalmente, contou-me por subterfúgio, e eu entendi.
Ao não colocar vírgula entre meu nome e o substantivo que ele especifica, mostrou-me que não sou a única. Se o fosse, ter-me-ia escrito '...minha namorada, Austeresa', com vírgula. Muito perspicaz foi você, dar-me a conhecer uma situação por meios gramaticais: substantivo próprio que especifica substantivo comum, sem vírgula entre eles, restringe, ou seja, há mais de um: 'Professora Austeresa', sem vírgula, pois não sou a única professora, há muitas; mas substantivo próprio que especifica substantivo comum, com vírgula entre eles, explica, ou seja, só há um: '...minha namorada, Austeresa', com vírgula; eu seria a única, mas não o sou; sei-o agora.
Aliás, nem me importo mais com o namoro. Mesmo não havendo a traição, não quero mais tê-lo como namorado, pois dois erros de português em uma única frase cometidos por um 'professor de português' é demais para mim. Adeus."
Nota do autor: Isto nem Austeresa atinou: o substantivo telo, na cidade de Beira, em Moçambique, é usado como sinônimo de jumento; e alonso, em uso informal, significa parvo, tolo, pateta.
sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011
Segunda Aula de Portugues Instrumental
Na segunda aula de portugues instrumental a professora Eliana Dias ensinou como criar um blog e como utilizar as ferramentas do mesmo que são adicionar amigos, colocar videos, imagens entre outros.
O blog pode ser feito em grupo ou individual, sendo que todas as aulas devem ser postadas no blog para que a professora possa analisar o que estamos fazendo e se estamos fazendo as atividades que ela pediu!
Cada grupo ou pessoa pode personalizar seu blog a sua maneira, postando noticias, curiosidades entre outros.
O blog pode ser feito em grupo ou individual, sendo que todas as aulas devem ser postadas no blog para que a professora possa analisar o que estamos fazendo e se estamos fazendo as atividades que ela pediu!
Cada grupo ou pessoa pode personalizar seu blog a sua maneira, postando noticias, curiosidades entre outros.
terça-feira, 8 de fevereiro de 2011
Primeira Aula de Portugues Instrumental!
Na primeira aula de portugues instrumental a professora Eliana Dias pediu para que a turma se dividisse em grupos para fazer uma nota de boas vindas á turma, os desejos para o curso e para o semestre, e para inventar um grito de guerra. Todos se sairam muito bem nessa atividade, que foi filmada pela professora. Tivemos como "dever de casa" a tarefa de criar um blog para postar as atividades realizadas na sala de aula. Essa foi uma aula bastante criativa onde tivemos que demonstrar que sabemos nos relacionar com pessoas mesmo que essas tenham opiniões diferentes e ainda assim conseguir fazer o trabalho sem nenhuma briga ou discussão já que no meu grupo há várias pessoas com opiniões e pensamentos "fortes".
Asistimos a um video bem legal que tinha como objetivo nos ensinar a trabalhar em grupo, sempre um dando apoio para o outro para que assim aprendessemos a buscar forças para lutar e vencer sempre. Aprendemos também que para trabalhar em grupo é preciso ter segurança, confiança, esforço, cooperação, perseverança, coragem, habiidade e por ultimo não desistir jamais.
Asistimos a um video bem legal que tinha como objetivo nos ensinar a trabalhar em grupo, sempre um dando apoio para o outro para que assim aprendessemos a buscar forças para lutar e vencer sempre. Aprendemos também que para trabalhar em grupo é preciso ter segurança, confiança, esforço, cooperação, perseverança, coragem, habiidade e por ultimo não desistir jamais.
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| Professora Eliana |
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| Fernando e Fábio |
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| primeiro grupo |
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| segundo grupo |
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| Cícero e Jerry |
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| Panelinha |
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